sábado, 21 de abril de 2018

Ejaculação feminina



A ejaculação feminina é um dos temas mais controversos da sexualidade. Enquanto muitas mulheres dizem ejacular com relativa facilidade, outras tantas fazem de tudo para conseguir sem sucesso. Muita gente acha que a ejaculação feminina não existe e não passa de urina ou lubrificação vaginal. Outras pessoas acreditam que somente uma minoria de mulheres têm a capacidade de ejacular.








A ejaculação feminina existe


Embora o assunto seja muito controverso entre os médicos e cientistas, a ejaculação feminina realmente existe. A dificuldade em comprovar a existência da ejaculação feminina se dá pelo fato de que os médicos não conseguem entender de onde vem o fluído. Apesar de ainda inconclusivo, acredita-se hoje que as verdadeiras responsáveis pela ejaculação feminina sejam as glândulas de Skene, que ficam próximas ao clitóris e a abertura da uretra.



A ejaculação feminina não é realmente uma ejaculação


As mulheres, obviamente, não possuem todo o aparato necessário para ejacular. A ejaculação feminina se trata somente de um líquido expelido pela uretra quando as glândulas de Skene são estimuladas, mas ficou popularmente conhecida por esse nome por sair como um jato, geralmente durante o clímax sexual, de forma muito semelhante à ejaculação masculina.




Lubrificação vaginal e ejaculação feminina são coisas diferentes


Muitas pessoas acreditam que a ejaculação feminina não passa de lubrificação excessiva durante o orgasmo. É verdade que algumas mulheres produzem muita lubrificação e, durante o orgasmo, com a contração da vagina, bastante líquido pode ser expelido. No entanto, a ejaculação feminina é um fenômeno completamente diferente e só acontece durante o clímax sexual, se assemelhando muito ao ato de fazer xixi. Ao contrário da lubrificação vaginal, o fluído da ejaculação feminina tem uma consistência aquosa, é transparente e tem cheiro diferente.



A ejaculação feminina não contém urina


Embora seja possível, é muito difícil tanto para homens quanto para mulheres conseguir urinar durante um orgasmo. Os músculos da região pélvica se contraem, impedindo a saída de urina. O motivo por que as mulheres sentem vontade de urinar perto da ejaculação é porque as glândulas que secretam o líquido ficam muito próximas a uretra. Na verdade, mesmo sem ejaculação, qualquer estímulo na região do clitóris pode provocar uma intensa sensação de vontade de urinar. Se você tem dúvidas, basta esvaziar a bexiga antes para ficar com a consciência tranquila. A composição da ejaculação feminina já foi muito estudada e se assemelha muito mais à composição dos fluídos prostáticos expelidos pelos homens do que a urina.




A ejaculação feminina não é como nos filmes pornô


Não se decepcione se você ou a sua parceira não soltarem jatos quilométricos de fluído. A ejaculação feminina é um jato e pode sair com mais ou menos intensidade e volume de mulher para mulher, mas jamais do modo exagerado como aparece nos filmes. As atrizes pornô geralmente bebem muita água antes de filmar e urinam durante a cena, para simular uma ejaculação. Outras colocam água na vagina e contraem o músculo pélvico para expelir, explicando por que tanta gente acha que a ejaculação feminina sai da vagina.





Estimular o ponto G não é a única forma para conseguir ejacular


Há um mito de que o único modo de alcançar a ejaculação feminina é estimulando o ponto G. É verdade que essa é uma das formas mais populares, até mesmo porque o ponto G fica extremamente próximo das glândulas que secretam a ejaculação feminina. No entanto, é perfeitamente possível ejacular com estimulação somente externa, pressionando o clitóris , por exemplo.




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terça-feira, 17 de abril de 2018

Conheça os sex toys mais quentes

São tantas maneiras de gozar que a gente fica sem saber por onde começar. Separamos os sex toys mais novos para cada tipo de orgasmo.







1. Sharevibe, 

Se curte sexo com garotas, esta é a compra ideal — e se seu boy curte um pegging também! Ele tem duas extremidades, que se adaptam a diferentes posições, e é feito para ser usado a dois. “Com o lado menor em uma pessoa e o maior em outra, dá pra fazer o vaivém de um jeito delicioso, com o vibrador ligado ou não. É orgasmo certo! Ah, e o vibrador é removível, o que facilita na limpeza”, diz a testadora.






2. Flexi Felix

Divertido, é ótimo para quem curte explorar o prazer anal. Só de colocar e tirar já vai ser uma sensação muito gostosa. Mas tem o plus de ter uma textura macia, que te dá vontade de passar no corpo todo — e você pode! Tudo isso com uma anatomia confortável, o que permite que ele seja usado a dois.



3. Bouncer

Este brinquedo é provavelmente o mais inovador que temos nesta seleção. E, se você curte uma novidade, é o ideal para o seu prazer. Não possui vibração, mas reage conforme seu movimento: tem três bolinhas que dão uma chacoalhada superdiferente. Se não bastasse, há uma espécie de ventosa na parte inferior que prende o toy em pé — se colocar em uma cadeira, o cenário fica perfeito para a diversão.





4. Massageador Coração

Se você quer… orgasmo clitoriano O massageador em forma de coração tem sete vibrações diferentes — e, por mais que pareça fofinho, é bem potente. Ele se adapta tanto para usar sozinha como para deixar que o parceiro passe no seu corpo todo. Além disso, é discreto e possui uma bate- ria recarregável com autonomia de até quatro horas — ou seja, dá pra curtir uma noite beeem longa.


5. Music Vibrator


Este vibrador é perfeito para proporcionar um prazer mais sensitivo. Ele explora várias sensações do corpo, sempre com muito ritmo. O toy vibra no ritmo da música e é potente, silencioso e discreto, já que pode ser guardado dentro da caixinha de som que vem junto — sim, vem junto! “Tem um botão que só de apertar começa a acompanhar a música que está tocando no amplificador. É demais para uma noite cheia de romance”, diz a testadora da COSMO.






6. Bi Stronic Fusion


Este brinquedo é diferente de tudo que você já testou. Ele não é um vibrador normal, e sim um pulsador. Imita o movimento da penetração comum — aquele de lá pra cá, sabe? E ainda tem dez níveis diferentes de estimulação. “Ele precisa de mais intimida- de, de testes e uso contínuo. Na primeira vez, parece sem graça, mas, se você gosta de orgasmo clitoriano e com penetração, é seu novo melhor amigo. Vale testar sozinha as velocidades pra não se atrapalhar na hora do vamos ver”, diz a testadora da COSMO.





7. Body Soul Scintillation

As três velocidades de vibração ganham reforço pela sucção feita conforme o parceiro aperta a bomba. Nem adianta tentar sozinha: segurar, bombear, gozar são atividades meio impossíveis de coordenar. “E demora um pouco para ajustar encaixe, velocidade e pressão. Mas pode render um orgasmo de sensação única por causa do duplo estímulo”, diz a cobaia da redação. Dica extra: tente também nos mamilos.



8. Delight DeluxeVibe

O formato inovador e bonito é um dos atrativos. Mas ele é mais do que isso. Com uma parte feita para penetração e outra para o clitóris, é daqueles que fazem chegar lá rápido. “É potente, tive orgasmo clitoriano em poucos minutos. Além disso, é fácil de segurar por causa da curva”, conta quem usou.


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segunda-feira, 16 de abril de 2018

A pratica do Voyeurismo



Voyeur é o substantivo masculino com origem no francês que descreve uma pessoa que obtém prazer ao observar atos sexuais ou práticas íntimas de outras pessoas.





Para muitas pessoas, o voyeurismo (ou mixoscopia) é visto como uma psicopatologia, que consiste em um desvio da conduta sexual que é considerada "normal" pela maioria.






No idioma francês, a palavra voyeur significa "aquele que vê", e por isso descreve uma pessoa que gosta de observar os outros sem participar, tirando fotos ou gravando momentos íntimos ou privados de outros indivíduos.






Na maior parte das vezes, o voyeur não costuma se relacionar diretamente com as pessoas que observa e espia essas pessoas porque isso lhe dá algum prazer sexual. 









Um voyeur usa desse subterfúgio de forma que geralmente não possa ser notado e pode utilizar de vários recursos para conseguir ver às pessoas que deseja – envolvidas em determinadas situações, que englobem momentos íntimos, portanto, podem usar de recursos como binóculos, janelas, escadas, frestas, câmeras, entre outros.




video do youtube


Essa é uma forma de obter satisfação e gratificação sexual, e que tende a se estimular através das imagens, sem ter contato com as pessoas ou objetos envolvidos.




A prática é saudável se tiver consentimento da pessoa ou pessoas que estão sendo observada, caso contrário seria invasão de privacidade!



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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Dicas para melhorar uma relação lésbica



Ter uma relação lésbica já é, na maioria dos casos, mais complicado do que uma relação heterossexual. Não devido ao relacionamento em si, mas graças à sociedade em que vivemos que  coloca ainda mais pressão.




As relações amorosas têm problemas, e as lésbicas não são exceção! Por vezes precisa concentrar na relação e fazer um esforço para as melhorar.


Precisa de melhor a sua relação? Vamos às 10 dicas?



1. Converse – Pode parecer simples, mas a falta de diálogo ainda é uma das principais causas dos fins de relacionamento. No dia a dia a mulher se torna tão ocupada que por vezes esquece da pessoa que está ao nosso lado. Principalmente se se tratar de uma relação recente onde possam estar a sofrer de discriminação. 






2. Deixe a competição de lado – A competição é natural em qualquer relacionamento, mas está ainda mais presente em relacionamentos homossexuais. Não tentem ser sempre superiores em tudo… São um casal e não concorrentes.

3. Aprenda a respeitar as diferenças – As pessoas nem sempre reagem como nós desejamos! Quer sair e a sua companheira quer dormir? São diferenças que devem ser absorvidas, porque, afinal, todos temos direitos a ser quem somos.





4. Discutam como se sentem na vossa relação –  Ser lésbica e ter uma relação assumida pode não ser simples. Conversem sobre o assunto e decidam se vão ou não assumir, se vão esconder em determinados locais… Em suma, vejam se estão de acordo neste campo para não existir surpresas. Novamente, conversem!

5. Preparem surpresas – Toda a gente gosta de ser surpreendida! Se preparar uma surpresa para a sua namorada ela vai sentir-se novamente amada, vai saber que você pensou nela! Quem não quer isso? Preparar surpresas no dia dos namorados é ótimo, mas tente fazê-lo também em dias normais.





6. Dividam tarefas – Se vivem juntas, dividam as tarefas domésticas! Lá porque uma costuma fazer tudo, não quer dizer que este feliz com isso. Partilhem o fardo.

7. Explorem o sexo – O sexo pode terminar uma relação, principalmente se se tornar uma sombra entre vocês. Se acham que algo está errado, é hora de sentar e conversar. Discutam fantasias, discutam sexo oral, discutam tudo. Sem vergonhas.








8. Não tente mudar a sua parceira – Infelizmente isso é muito mais comum do que pode pensar. Ao inicio começa por mudar poucas coisas, depois vai aumentando as exigências… E pode até parecer que ela está a aceitar, até que um dia ela se cansa de não poder ser ela mesma. 


9. Hora de ceder – Ninguém gosta de ceder, muito menos, mulheres! Mas numa relação, com pessoas de que realmente gostamos, alguma vai ter que ceder. Não queira ganhar a batalha e perder a guerra.

10. Sejam honestas – A dica mais importante de todas e que muitas vezes nos esquecemos. A mulher que tem ao seu lado é a sua companheira, a sua parceira, a sua cara-metade. Trate-a como tal.



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quinta-feira, 12 de abril de 2018

O prazer sexual faz com que você entre literalmente em transe

Muita gente sente que “perde o controle” durante o clímax de um encontro sexual e as pesquisas nos mostram que essa é uma descrição bem apropriada ao que acontece no cérebro.








No estudo publicado recentemente na revista Socioaffective Neuroscience & Psychology, Adam Safron, neurocientista da Universidade de Northwestern, propôs que a natureza rítmica da atividade sexual dá origem a um estado de transe que envolve a absorção sensorial total e perda da autoconsciência.






Ele compara esse processo a “empurrar alguém em um balanço” pois a natureza rítmica da estimulação sexual pode fazer com que os neurônios no cérebro oscilem na mesma frequência. É conhecido como “arrastamento neural”. Se a estimulação é intensa e suficientemente prolongada, então a atividade sincronizada pode se espalhar por todo o cérebro.

Tal sincronização pode criar um estado de atenção focada que silencia a autoconsciência normal, permitindo que “nós nos percamos” no momento. Temos acesso ao estado sensorial de absorção durante o transe sexual, que pode desenvolver uma intensidade na experiência que desencadeia o clímax.





“Eu imagino que ver a sexualidade como um tipo de estado alterado de consciência poderia ajudar as pessoas a verem o sexo como algo extraordinário, potencialmente ajudando a que tenham uma maior apreciação pelos seus parceiros e possivelmente até ajudando a prevenir que o sexo perca seu fascínio”.

Isso se encaixa com o que sabemos sobre orgasmos. Eles geralmente resultam do estímulo rítmico das partes do corpo com muitos receptores sensoriais. Alguns estudos sobre o clímax sexual têm mostrado que as regiões do cérebro envolvidas em uma cognição de alta capacidade e função executiva se desativam, sugerindo uma “perda de controle” temporária.






A conclusão? Ficar mais atento ao ritmo poderia ser uma forma poderosa de melhorar sua vida sexual.

“A habilidade de manter e ajustar os ritmos de forma precisa, e com variedade, ajuda a transformar uma pessoa em um excelente dançarino e um excelente amante”, disse Safron. “Focar nos aspectos rítmicos da sexualidade poderia fazer com que as pessoas aproveitassem mais o sexo e a serem o tipo de amantes que gostariam de ser”.

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